Por outro lado, matéria da ZH contabiliza que a JBS deve 76 milhões de reais em impostos para o RS. Origem da dívida da empresa com a Secretaria da Fazenda refere-se a infrações fiscais cometidas pela Doux Frangosul, que posteriormente foi comprada pela empresa.
Segundo matéria da ZH, a JBS recebeu em 2012 uma autuação com a cobrança de R$ 44 milhões. O valor refere-se ao excesso de crédito presumido — lançamentos previstos por lei como forma de abatimento do ICMS a ser recolhido, reduzindo o imposto — registrado pela Doux Frangosul. Ou seja, a empresa teria se beneficiado da isenção acima do limite permitido, prática que foi descoberta por auditoria da Fazenda do Estado, realizada entre 2010 e 2012, ano em que a JBS entrou no Estado ao comprar a planta da Doux, em Montenegro, no Vale do Caí. O total de R$ 76 milhões corresponde a valores atualizados e somados a multas.
Cabe destacar que este montante de 76 milhões de reais poderia manter os custos da Fundação Zoobotânica por três anos, ou quatro anos se considerarmos os valores adicionais obtidos pelos recursos a fundo perdido como aqueles de projetos como RS Biodiversidade, CNPq, Fapergs, além de prestações de serviço ao próprio Estado, como no caso dos Planos de Manejo de Unidades de Conservação, Zoneamentos, entre outros.
O governador Sartori mostrou-se indignado e declarou: “Não me misturem com essa gente. Pratico e sempre pratiquei a política da seriedade, da integridade e da transparência”.
Curioso o governador usar as palavras "seriedade" e "transparência" no que se refere o projeto de Extinção das Fundações Estaduais, encaminhado às pressas à Assembleia Legislativa, no final de 2016, sem nenhuma discussão com a sociedade. Alegava "economia", mas que na realidade representa 0,2% do total do orçamento do Estado do Rio Grande do Sul. No que se refere à transparência, mais curioso ainda é o fato que o Ministério Público de Contas cobre há mais de três meses, sem retorno do governo do Estado, que o mesmo apresente os estudos que teriam embasado as alegadas vantagens na extinção das Fundações.
Várias empresas de consultoria privada estão de olho nas atividades hoje realizadas pelos técnicos de carreira, concursados em cada cargo de Estado na FZB e nas demais fundações estaduais.
O governador Sartori mostrou-se indignado e declarou: “Não me misturem com essa gente. Pratico e sempre pratiquei a política da seriedade, da integridade e da transparência”.
Curioso o governador usar as palavras "seriedade" e "transparência" no que se refere o projeto de Extinção das Fundações Estaduais, encaminhado às pressas à Assembleia Legislativa, no final de 2016, sem nenhuma discussão com a sociedade. Alegava "economia", mas que na realidade representa 0,2% do total do orçamento do Estado do Rio Grande do Sul. No que se refere à transparência, mais curioso ainda é o fato que o Ministério Público de Contas cobre há mais de três meses, sem retorno do governo do Estado, que o mesmo apresente os estudos que teriam embasado as alegadas vantagens na extinção das Fundações.
Várias empresas de consultoria privada estão de olho nas atividades hoje realizadas pelos técnicos de carreira, concursados em cada cargo de Estado na FZB e nas demais fundações estaduais.





